sábado, 28 de fevereiro de 2009

E se a hora não chegar nunca? E se o impensável acontecer? Tem dias que bate uma desesperança..

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Trabalho

O trabalho dignifica o homem, ocupa o tempo, o espaço, a mente. Dá dinheiro, recompensa, beijinhos, carinhos! Diminui a gravidade dos problemas, a diversidades dos problemas, cria outros tantos!
O meu trabalho gera risadas, ideias, "oh que lindo"s , "que coisinha"s, "como pode"s? "Não podes"s, "que lindo"s, "que coisa feia"s, musicas que não saem da cabeça, pregadores perdidos no bolso, tinta na calça, na blusa, na unha, no cabelo!
Tem hora de descanso, lanche, história, desenho, pintura, colagem!
Tem: "Isabella, olha o meu desenho" "Isabella, olha o que ele fez!", "Isabella, vamos construir um castelo de areia?", "Jardim I vamos fazer um trem!" e todo um novo mundo!
O meu trabalho é de paciência, dedicação, esperança, vida!
Novo trabalho, Nova Escola, Nova vida! Vida fofa, vai!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Na Corda Bamba também é cultura


Whaterhouse




Odilon Rendon



Matisse




Mairie Laurecin


Roubado de Leo Hallal!

Algumas respostas

Incrivemente Fragmentos Alheios me deram algumas possíveis respostas hoje para as perguntas de ontem:

"Entre a raiz e a flor há o TEMPO."(Drummond)

"Um homem não pode fazer o certo numa área da vida, enquanto está ocupado em fazer o errado em outra. A vida é um todo indivisível."
(Mahatma Gandhi)


"A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo."
(Fernando Pessoa)


Fonte: Blog Fragmentos Alheios

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Crise dos vinte e tantos anos


Dinheiro. Conhecimento. Sucesso. Inteligência. Estabilidade. Casamento. Filhos. Diversão. Amigos. Dinheiro. Sucesso. Estabilidade. Felicidade. Satisfação. Nossa, é muita coisa a alcançar ao mesmo tempo antes de chegar aos 30.
Casar ou comprar uma bicicleta? Investir na carreira a longo prazo ou ganhar dinheiro a curto?
Viajar ou sair de casa? Procurar um bom emprego ou ficar naquilo que se gosta?
Investir a curto ou a longo prazo? Metas? Objetivos? Plano de carreira? Lazer ou trabalho? Dá pra manter os dois e estabilizar o futuro?
Sair de casa e construir a própria vida ou ficar em casa pra juntar dinheiro?
Juntar dinheiro: pra sair de casa, viajar de férias pro nordeste ou fazer um curso na europa?
Morar sozinho ou dividir com alguém?
Morar sozinho?
Fazer cursos ou outra faculdade? Mestrado ou especialização? Carreira acadêmica ou profissional?
Procurar ou deixar aparecer? Relaxar ou correr atrás?
Estudar no exterior ou fazer carreira no Brasil?
Se estabilizar, ganhar dinheiro, ou sair por aí procurando novas coisas?
Ufa! cansei!

domingo, 18 de janeiro de 2009

Muletas

Ando me despedindo das muletas. Andar pelos próprios pés e só por eles é liberdade que dá gosto. Felicidade enorme. Sensação de grandeza, completude, infinito de possibilidades. Me despedi. Eu. Não foram elas que me abandonaram. Fui tirando aos poucos, andando devagarinho, pé ante pé. Quando vi já estava correndo. Mas era só uma primeira tentativa, coloquei-as novamente e esperei outra oportunidade de tirá-las.Tentei mais uma vez. Corria melhor e mais veloz. Resolvi então me despedir totalmente, colocar no armário, no fundo de uma gaveta. Espero não precisar mais delas. Andar lado a lado é melhor que andar de muletas.
É bom saber que elas continuam na gaveta, mas que eu, podendo andar de pé, não preciso mais delas. Posso andar, pular, dar cambalhota, correr, saltar, fazer estripulias. São inúmeras possibilidades sem elas. Com elas, eram poucas.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Responder por si

Tomar decisões é um ato de extrema coragem. Pode-se perguntar daqui, pedir um conselho ali, mas no final de tudo, a decisão é sempre nossa. Ato de coragem decidir sem saber o que há de vir, sem saber se há arrependimento ou confirmação da decisão tomada.
Ser o único responsável pelas decisões tomadas pode ser tão libertador quanto amedrontador. Se é livre para se ir aonde se quer, mas sem saber aonde pode chegar o caminho arriscado.
Alguns preferem abdicar de tal liberdade tamanho o medo de não estarem tomando o melhor caminho. Perguntam demais, deixam que outros os digam o que é melhor, se eximindo da responsabilidade e da liberdade. Outros preferem ter toda a liberdade mesmo sabendo do risco de se tomar todas as decisões sozinhos. No final, somos os únicos responsáveis e sofredores das consequências das decisões que tomamos. O poder de deter essa responsabilidade é tão nosso quanto o corpo em que vivemos.
Assim como o corpo é nosso, o caminho, a estrada, o que pode vir dela e onde ela deve chegar são nossos, propriedades e deveres nossos. Assim também como nós somos o retrato delas, das escolhas, das decisões, dos caminhos tomados.
Talvez não seja mais tão assustador quanto engrandecedor. Ter o poder de decidir por si mesmo nos dá a rédea da vida. Pro bem ou pro mal. Sempre sabendo que podemos consertar, voltar a tras, mudar, reorganizar. Nascemos sozinhos, crescemos sozinhos, morremos sozinhos e principalmente, decidimos sozinhos.